Titular contra o Cuiabá, Rafinha comemora vitória do Grêmio e projeta evolução no Brasileiro: "A maré vai virar" e Betmaster

Com apenas mais um jogo para fechar o turno do Campeonato Brasileiro, o Sport e Cassino Pokerstars vê a sua situação ficar cada vez mais complicada e o time se afunda na zona de rebaixamento.

post01É incrível ver o que esses bípedes sem pelos, de polegar opositor, fizeram em apenas 200 mil anos. Mais ainda o que os mesmo bípedes fizeram nos últimos 10 anos. Fomos das lascas de pedras ao fogo, do fogo à eletricidade, da eletricidade à era da Comunicação e daí à supremacia tecnológica que nos domina e dá ritmo às nossas vidas.

Com as crianças de hoje, nascidas no embalo da tecnologia, as eras transitam muito mais rapidamente. Meus filhos, por exemplo, estão já na terceira onda de “gadgets” eletrônicos somente neste último ano. E nada indica que o ritmo frenético das mudanças vai parar por aqui. É que eles foram forjados no seio dessa revolução permanente de bits, bytes e símbolos luminosos.

O Pedro, meu caçula, tem 9 anos de idade recém-completados. Quando 2015 começou, Pedro descobriu o Minecraft. O joguinho viciante quase nos enlouqueceu. Ele só queria saber de escavar e esculpir seu mundo virtual e estava sempre às voltas com gamers  nem sempre bem-educados e youtubers cheios de palavrões. Eram os seus grandes mestres e heróis.

Eis que do nada surge o Pokemon Go. O Iphone do Pedro virou uma espécie de antídoto para a capa de invisibilidade que escondia os animaizinhos mitológicos que habitavam secretamente nosso entorno. Nunca os havíamos percebido, mas eles sempre estiveram por aí, aguardando que a tecnologia enfim os revelasse para os nossos olhos insensíveis. E eles então surgiram pelos olhos dos nossos filhos.

pokebola
Lancheira Térmica Pokebola

Agora, estamos no limiar da era do Hoverboard. Como sempre, ela promete sepultar os monstrinhos coloridos do Pokemon Go, que já haviam enterrado os escavadores do Minecraft.

Preciso confessar que isso é uma perspectiva que não me desagrada. Ao menos o hoverboard tira o Pedro de dentro de casa e o coloca em contato com o sol, o vento e as outras crianças (de carne e osso).

Para mim, que sou mãe e preciso acompanhar as transições de eras dos meus filhos, não tem sido nada fácil me manter atualizada. Afinal, sou do tempo em que cada eletrodoméstico tinha apenas uma função. O liquidificador liquidificava, a batedeira batia, a enceradeira encerava o chão, a máquina lavava a roupa. Hoje, é quase possível fazer tudo isso com um único smartphone.

O mundo era com certeza muito mais simples.

Tenho minhas dúvidas sobre se era mais divertido.

Ao menos era mais palpável.

Acima, na fotografia, dois gorros que eu desenvolvi inspirada pelas transições tecnológicas recentes dos meus filhos. Eles estão à venda no meu site, em www.danilessa.com.br.

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Comentário (1)

  • Sonia Bocuzzi

    Parabéns Dani pelo texto que acabei de ler!
    Muito bom!!
    Sucesso nessa nova fase!
    Beijos carinhosos!

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